A Ubisoft anunciou nomeações importantes na gestão do seu novo modelo operativo: as Creative Houses.
A nova estrutura organiza os estúdios de desenvolvimento em cinco Creative Houses, cada uma dedicada a marcas com géneros e experiências de jogador semelhantes (ex: Creative House 2 é dedicada aos “shooters” como Ghost Recon e The Division).
Estas têm o objetivo de dar mais autonomia e responsabilidade às equipas e aproximá-las dos jogadores.
A Creative Network atua como suporte, reunindo estúdios especialistas que oferecem know-how técnico e capacidades de produção a todas as Creative Houses.

Julien Bares, com mais de 25 anos de experiência na indústria e já com portfólio dentro da Ubisoft (como produtor de Tom Clancy’s Ghost Recon e Splinter Cell), vai liderar:
Creative House 3 – focada em experiências live com marcas como The Crew, For Honor e Riders Republic;
Creative House 5 – dedicada a jogos casuais e mobile, incluindo Just Dance, Growtopia e Hungry Shark;
Thomas Andrén, com mais de 20 anos de experiência em mídia, tecnologia e gaming (e já com contribuição também para a Ubisoft através de Star Wars Outlaws, Avatar: Frontiers of Pandora e outros projetos), irá coordenar a Creative Network a partir de abril, assegurando a colaboração entre estúdios e fornecendo apoio aos projetos das Creative Houses. Até lá, irá atuar como Diretor-Geral Interino da Massive Entertainment, onde já trabalhava.

Segundo Yves Guillemot, CEO da Ubisoft: “Julien e Thomas trazem experiência comprovada e uma paixão partilhada pela indústria. A sua visão será fundamental para criar experiências que encantem os jogadores e contribuam para a transformação e crescimento da Ubisoft.”
Com esta reorganização, a Ubisoft reforça a sua vontade em dar às equipas mais controlo sobre as suas franquias, ao mesmo tempo que garante que o conhecimento técnico e criativo esteja disponível em toda a empresa.
É uma mudança estratégica que começou em 2025 e que, em 2026, entra agora na sua fase de implementação efetiva.

