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A importância da cultura japonesa em Forza Horizon 6

Playground Games respeitou os símbolos nacionais do país

Forza Horizon 6 já está em acesso antecipado e prepara-se para chegar oficialmente no dia 19 de maio. Além de estar a reunir excelentes críticas, o novo jogo de corridas da Xbox Game Studios continua a revelar pequenos detalhes que mostram o cuidado colocado na criação do mapa inspirado no Japão.

Uma das curiosidades mais comentadas pelos jogadores é o facto de que nem todos os elementos podem ser destruídos. Embora a maioria das árvores e objetos espalhados pelo mapa possa ser completamente atropelada sem problemas, há exceções importantíssimas: as cerejeiras em flor (sakura) e vários templos e santuários japoneses estão protegidos daqueles que não dispõem de um “kit de unhas”.
Segundo Torben Ellert, diretor de design do jogo, esta decisão foi tomada por respeito à cultura nipónica. As sakura são um dos maiores símbolos do Japão e têm um significado especial na tradição do país. O mesmo acontece com os templos e santuários, que continuam a ser locais de grande importância histórica e espiritual.

(fonte: Reddit @IncomingBroccoli)

Esta escolha faz lembrar o que aconteceu com Assassin’s Creed Shadows em 2025. Após o lançamento do jogo, surgiram comentários que condenaram a permissão da destruição de elementos em santuários japoneses, e isso levou a Ubisoft a atualizar o jogo para limitar esse tipo de interação.
No caso de Forza Horizon 6, a Playground Games optou por evitar qualquer controvérsia logo à partida. Assim, os jogadores podem disfrutar das estradas japonesas, mas terão de se desviar sempre que encontrarem alguns dos elementos culturais mais emblemáticos do país.

Este pequeno detalhe até pode passar despercebido a muitos, mas mostra bem a atenção e o respeito que o estúdio teve ao transportar a série Horizon para um dos cenários mais requisitados pelos fãs ao longo dos últimos anos.

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